Ana Thaís Matos rasga o verbo sobre a técnica da seleção ao vivo na Globo

Mesmo após empatar com a Jamaica em zero a zero a equipe da técnica Pia Sundhage não conseguiu avançar para as oitavas de final
Ana Thaís Matos rasga o verbo sobre a técnica da Seleção Brasileira (Créditos: Reprodução/Instagram)
Ana Thaís Matos rasga o verbo sobre a técnica da Seleção Brasileira (Créditos: Reprodução/Instagram)
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Na manhã desta quarta-feira (2), após o Brasil ser eliminado da Copa do Mundo Feminina, a comentarista Ana Thaís Matos, da TV Globo, detonou o trabalho realizado pela comissão técnica durante a competição.

Mesmo após empatar com a Jamaica em zero a zero, a equipe da técnica Pia Sundhage não conseguiu avançar para as oitavas de final. Com isso, o time brasileiro deu adeus à competição ainda na fase de grupos, algo que não acontecia desde 1995.

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“A história do Brasil é muito grande no futebol feminino. O Brasil não teve personalidade porque confiou demais no trabalho da comissão técnica da Pia. Tem que confiar na comissão técnica, mas a gente tem que ter a nossa personalidade”, afirmou Ana Thaís.

“Nós acompanhamos bem esse ciclo, fizemos vários jogos do Brasil, vimos muitos problemas nesses quatro anos, mas não imaginávamos que o Brasil pudesse ficar na fase de grupos. Temos que olhar as responsabilidades e repensar o futuro, se é isso que a gente quer, se é uma comissão que detém todo o poder ou se teremos alguém acompanhando o trabalho da comissão. É muito decepcionante”, pontuou.

Ana Thaís comenta sobre desempenho da seleção

Ainda a contratada da emissora ainda enfatizou que o Brasil fez jogos ruins contra a França e a Jamaica e caiu “para ele mesmo”. “É muito decepcionante o Brasil cair na primeira fase com um jogo muito ruim contra a Jamaica, contra a França”, começou.

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“O Brasil caiu para ele mesmo nessa Copa! A história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo é gigante, gigante! Nenhuma técnica, nenhum treinador, é maior que a Seleção Brasileira”, afirmou. Essa foi a terceira vez que a equipe brasileira caiu na primeira fase, repetindo o que aconteceu nas duas primeiras edições do Mundial, em 1991 e 1995.

O Brasil precisava da vitória para se classificar sem depender do resultado do jogo entre França e a já eliminada Panamá. Enquanto isso, a Jamaica, que não tomou nenhum gol na fase de grupos, precisava apenas do empate para seguir adiante.

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