Whindersson Nunes ou Tirullipa? Veja quem ganhou o Boom! deste domingo, 08/03

Novo game show apresentado por Tom Cavalcante chegou às tardes de domingo da emissora com formato internacional baseado em estratégia, tensão e perguntas que podem “explodir” o prêmio.
Tom Cavalcante comanda o Boom!
Tom Cavalcante comanda o Boom! Foto: Divulgação/Record

Resumo da Notícia

  • O game show 'Boom!', apresentado por Tom Cavalcante, estreou na Record TV no último domingo (08/03).
  • A atração exibe um formato internacional com perguntas, estratégia e prêmios em dinheiro, exigindo que os participantes cortem os fios das respostas erradas para não perderem o prêmio.
  • Na estreia, o programa contou com um duelo entre os humoristas Whindersson Nunes e Tirullipa, cada um liderando uma equipe de amigos.
  • O jogo é dividido em quatro fases: Bombas Pretas, Bombas Prateadas, Bomba-Relógio e a Bomba Dourada final, com prêmios que podem chegar a R$ 100 mil.
  • Whindersson Nunes e sua equipe foram os vencedores da primeira edição do 'Boom!', conquistando o prêmio máximo.
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O game show Boom! estreou no domingo (8), às 14h, levando ao ar um formato internacional baseado em perguntas e estratégia, com prêmios em dinheiro e momentos de tensão para os participantes.

Apresentado por Tom Cavalcante, o programa passou a reforçar a grade dominical da emissora com um formato que já havia feito sucesso em mais de 20 países. Com a chegada da nova atração, o apresentador passou a ter jornada dupla nas tardes de domingo da Record, já que, logo após Boom!, ele também seguiu no comando do Acerte ou Caia!.

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Dinâmica do jogo trouxe bombas cenográficas e decisões estratégicas

No centro da dinâmica do programa estiveram bombas cenográficas repletas de fios coloridos, que representavam alternativas de resposta. A missão dos participantes foi identificar quais opções estavam incorretas e cortar apenas os fios correspondentes a essas respostas.

Caso o competidor cortasse o fio da alternativa correta, a bomba “explodia” e o prêmio em disputa era perdido. A mecânica invertia a lógica tradicional de perguntas e respostas, exigindo atenção redobrada dos jogadores.

Tom Cavalcante explicou que essa característica diferenciava o formato de outros games do gênero. “É um formato vibrante, que deixa os jogadores muito nervosos na hora das perguntas. No Boom! é preciso ter muita atenção, porque não pode cortar as respostas certas, só as erradas. Nesse instante, inverte-se a lógica. O programa tem esse diferencial, bem mais minucioso nesse sentido”, afirmou.


Episódio de estreia teve confronto entre humoristas populares

A primeira edição do Boom! contou com um duelo entre dois humoristas bastante conhecidos do público e que também fazem sucesso nas redes sociais. Whindersson Nunes enfrentou Tirullipa, e cada um deles assumiu o papel de capitão de uma equipe.

Os dois times foram formados por três amigos de cada capitão, que ajudaram na disputa ao longo das etapas do jogo em busca do prêmio da estreia.


Como funcionou o jogo

O programa começou com um sorteio que definiu qual equipe iniciou a disputa. A partir desse momento, os dois times se enfrentaram ao longo de quatro fases diferentes, todas com valores em dinheiro em jogo.

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Fase 1 – Bombas Pretas

Na primeira etapa, cada equipe jogou separadamente em duplas e enfrentou cinco bombas. Os valores cresceram a cada rodada, variando entre R$ 1 mil e R$ 5 mil. Para avançar, os competidores precisaram cortar os fios das alternativas erradas dentro do tempo estipulado, preservando o fio da resposta correta.

Ao final da fase, cada time pôde acumular até R$ 15 mil.

Fase 2 – Bombas Prateadas

A segunda etapa trouxe confronto direto entre as equipes. Ambas enfrentaram a mesma bomba e passaram a alternar as jogadas.

Cada dupla — ou o capitão — teve apenas 15 segundos para cortar um fio por vez. Caso os dois times conseguissem desativar a bomba, o valor era dividido. Se um deles provocasse a explosão, o prêmio ficava com o adversário. Assim como na etapa anterior, o valor máximo possível também foi de R$ 15 mil.

Fase 3 – Bomba-Relógio

Na terceira fase, as equipes enfrentaram uma corrida contra o tempo. Cada grupo teve um minuto e meio para responder dez perguntas com apenas duas alternativas.

Cada resposta correta rendeu R$ 2 mil ao time, enquanto cada erro reduziu o mesmo valor do placar. Ao final da rodada, apenas a equipe com a maior quantia acumulada avançou para a final. O time eliminado deixou a competição sem levar prêmio.

Em caso de empate, critérios como o número de bombas explodidas e o desempenho na Bomba-Relógio foram utilizados para definir o vencedor.

Fase Final – Bomba Dourada

Na etapa decisiva, o time finalista jogou junto e teve dois minutos para tentar desativar a chamada Bomba Dourada, que valia R$ 50 mil.

Para vencer, foi necessário cortar apenas os fios das respostas incorretas e manter intactos os fios corretos. Se a bomba fosse desativada com sucesso, o valor era somado ao total acumulado ao longo do programa. Caso explodisse, a equipe levava apenas o montante conquistado nas fases anteriores. Somando todas as fases, o time vencedor de cada edição do Boom! pôde faturar até R$ 100 mil.

Quem ganhou o Boom! de hoje?

Whindersson e Tirullipa no Boom!
Whindersson e Tirullipa no Boom! Foto: Antonio Chahestian/RECORD

O programa é uma produção da Boxfish, com direção de David Feldon e direção artística de Cesar Barreto. As edições completas também ficam disponíveis no RecordPlus, plataforma de streaming da emissora. A exibição é a partir de 14h00, na Record.

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