‘Venom: Tempo De Carnificina’ na Tela Quente desta segunda (08/09): Veja 7 curiosidades do longa

Sequência estrelada por Tom Hardy trouxe mais ação, humor ácido e um dos vilões mais aguardados da Marvel
Venom: Tempo de Carnificina na Tela Quente
Venom: Tempo de Carnificina na Tela Quente. Foto: Divulgação

Resumo da Notícia

  • Andy Serkis, o “Gollum”, dirigiu a sequência.
  • Tom Hardy ajudou no roteiro e no arco do personagem.
  • Woody Harrelson viveu o serial killer Cletus Kasady/Carnificina.
  • Cena pós-créditos conectou Venom ao universo do Homem-Aranha.
  • Filme arrecadou mais de US$ 500 milhões em plena pandemia.
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Nesta segunda-feira, 8 de setembro, o filme da Tela Quente programado para a sessão cinematográfica promete uma viagem repleta de ação e suspense! Desta vez, a Globo programou a exibição do longa “Venom: Tempo De Carnificina”, de 2021.

Lançado em 2021, ele deu continuidade à história do anti-herói simbiótico da Marvel, interpretado por Tom Hardy. O longa se destacou por trazer um embate esperado pelos fãs contra o Carnificina, um dos vilões mais populares dos quadrinhos. Veja curiosidades da produção:

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1. Andy Serkis na direção

Conhecido por suas atuações em O Senhor dos Anéis (Gollum) e Planeta dos Macacos (César), Andy Serkis foi o responsável por dirigir a sequência. Foi sua terceira experiência como diretor de longa-metragem, unindo bagagem técnica e experiência com captura de movimentos para dar realismo ao simbionte.

2. Tom Hardy também ajudou no roteiro

Além de viver Eddie Brock/Venom, Tom Hardy colaborou na construção do roteiro. Ele deu ideias para o arco emocional do personagem, ajudando a reforçar a relação quase cômica e de “casal em crise” entre Eddie e o simbionte.

3. Woody Harrelson transformado em Carnificina

O ator Woody Harrelson já havia aparecido em uma cena pós-créditos do primeiro Venom (2018), e retornou no papel de Cletus Kasady, serial killer que se torna hospedeiro do Carnificina. Para o papel, Harrelson trabalhou na composição de um vilão perturbador, mas com traços quase caricatos, como nos quadrinhos.

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4. Cena pós-créditos conectando universos

Uma das maiores surpresas do filme veio na cena pós-créditos, que mostrou Venom reconhecendo o Homem-Aranha de Tom Holland. Esse detalhe alimentou especulações sobre o multiverso da Marvel e deixou os fãs em êxtase na época.

5. Sucesso de bilheteria em plena pandemia

Mesmo lançado em meio às restrições da pandemia, o longa arrecadou mais de US$ 500 milhões mundialmente, um número impressionante diante do cenário de 2021. No Brasil, chegou a liderar o ranking de estreias daquele ano.

6. Humor e “romance” entre Eddie e Venom

O filme foi propositalmente construído como uma comédia de relacionamento, explorando a dinâmica quase romântica entre Eddie e Venom. O próprio diretor Serkis confirmou que encarou a narrativa como uma espécie de “comédia romântica simbiótica”.

7. Shriek e a importância do som

Além do Carnificina, a vilã Shriek (Naomie Harris) foi inserida na trama. Seu poder de gritos sônicos cria uma ameaça ainda maior, já que o som é uma das fraquezas conhecidas dos simbiontes.

Trailer:

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Filme da Tela Quente hoje, dia 08/09/2025

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