Silvia Abravanel homenageia Silvio Santos um ano após morte do pai: “Um dia difícil”

Apresentadora relembra a dor da perda e agradece o legado deixado pelo comunicador, que morreu em 17 de agosto de 2024, aos 93 anos.
Silvia Abravanel
Silvia Abravanel e Silvio Santos. Imagem: Reprodução

Resumo da Notícia

  • Um ano da morte de Silvio Santos é lembrado neste domingo (17).
  • Silvia Abravanel faz homenagem emocionante nas redes sociais.
  • Apresentadora relembrou dor da ausência e gratidão pelo pai.
  • Silvio morreu em 2024, aos 93 anos, vítima de broncopneumonia por H1N1.
  • Legado do maior comunicador do Brasil segue vivo na TV e na cultura popular.
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Neste domingo (17), a data que marca um ano da morte de Silvio Santos, sua filha Silvia Abravanel, de 54 anos, fez uma homenagem ao pai nas redes sociais. Em uma mensagem carregada de emoção, a apresentadora falou sobre a dor da ausência e também sobre a gratidão pelo legado deixado pelo ícone da televisão brasileira.

“Um ano sem você aqui, um dia difícil, mas também um dia de muita gratidão, pois sei que estás ao lado de Deus pai. Jamais estaremos longe, pois o amor do coração sempre nos uniu e assim será nosso reencontro. Com muito carinho, de sua filha, Silvinha”, escreveu Silvia.

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Relação de amor e família

Silvia Abravanel homenageia Silvio Santos. Foto: Reprodução

Silvia foi adotada por Silvio Santos e sua primeira esposa, Maria Aparecida Vieira Abravanel, quando tinha apenas três anos. Cresceu ao lado da irmã mais velha, Cintia, mas perdeu a mãe ainda criança, vítima de um câncer, aos cinco anos de idade.

Anos depois, Silvio se casou com Íris Abravanel, com quem teve outras quatro filhas: Daniela, Patrícia, Rebeca e Renata, formando a família que acompanhou de perto sua trajetória na TV e nos negócios.

A despedida de um ícone

Silvio Santos apresentando seu programa no SBT (Foto: Lourival Ribeiro/SBT)

Silvio Santos faleceu em 17 de agosto de 2024, em São Paulo, aos 93 anos, em decorrência de broncopneumonia causada pelo vírus H1N1. Atendendo a seu desejo, não houve velório público. O enterro seguiu as tradições judaicas, restrito apenas a parentes e amigos próximos.

O apresentador, empresário e dono do SBT deixou um legado inigualável para a comunicação brasileira, sendo lembrado por sua inovação, carisma e capacidade única de se conectar com o público de todas as idades.

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