Mulher ataca Bolsonaro ao vivo no SBT e deixa Patricia Abravanel sem reação: “Genocida!”

Patricia Abravanel
Foto: Montagem/Todo Canal
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Patricia Abravanel foi surpreendida durante a edição do “Vem Pra Cá” desta terça-feira (07). No programa, que fez uma cobertura sobre as manifestações pelo Brasil no dia 7 de setembro, uma manifestante atacou o presidente Jair Bolsonaro ao vivo enquanto era entrevistada.

Ademais, Patricia Abravanel, além de ser mulher do atual Ministro das Comunicações, Fábio Faria, nunca escondeu o apoio que tem ao governo atual. Mesmo assim, o “Vem Pra Cá”, programa que apresenta ao lado de Gabriel Cartolano, foi às ruas e mostrou manifestante pró e contra a administração de Bolsonaro.

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Assim, uma repórter em Brasília abordou uma crítica do atual mandatário que pediu a saída do presidente ao vivo. “Fora, Bolsonaro genocida! Genocida! Já deu. Já passou. Já tem cinco anos de sofrimento neste país”, disparou a mulher. Enquanto isso, Patricia Abravanel ficou parada e olhou para a câmera com um leve sorriso no rosto. Confira o vídeo abaixo.

https://twitter.com/pedro_vifeca/status/1435235381834928133

Patricia Abravanel será processada ao lado de Sikêra Jr

Patricia Abravanel e Sikêra Jr serão processados pela Secretaria da Justiça de São Paulo, do governo de João Dória, por homofobia. Os apresentadores de SBT e RedeTV!, emissoras que também serão incluídas no processo, são alvo da ação por falas ditas na TV consideradas preconceituosas.

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Ademais, durante o “Vem Pra Cá”, em junho, Patricia Abravanel disse que o movimento LGBTQIA+ tinha que entender que não o respeita. “O que vou falar para o meu filho? Como falar?”, indagou a filha de Silvio Santos na época. Com a repercussão negativa, Patricia Abravanel se redimiu, deu o significado da sigla no programa e afirmou que  “ninguém quer agredir ninguém, a gente quer aprender e crescer”.

Já Sikêra Jr disse no “Alerta Nacional”, também em junho, que os homossexuais eram uma “raça desgraçada”. Assim, ele teve que se desculpar após perder uma série de anunciantes.  “Preciso reconhecer que me excedi. No calor do comentário, posso ter usado palavras [de] que me arrependo”, disse na época.

“O estado de São Paulo não tolera a intolerância”, afirma o secretário da Justiça e Cidadania, Fernando José da Costa sobre o caso. Em 2019 instauramos 20 processos administrativos por LGBTfobia. Em 2020 foram 47, um aumento de mais de 130%”, completou.

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