Humorista que trabalhou na “Praça” faz revelações sobre Jorge Lafond: “Sério”

Humorista que trabalhou na Praça faz revelações sobre Jorge Lafond
Foto: Montagem/Reprodução
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Se você é fã do humor brasileiro, com certeza já ouviu falar de Jorge Lafond, o comediante que ficou famoso por interpretar a icônica personagem Vera Verão na “Praça é Nossa”. E se você achava que conhecia tudo sobre ele, a humorista Edna Velho revelou algumas curiosidades sobre o ator em uma entrevista para Danilo Gentili no “The Noite”, que vai ao ar nesta quinta-feira (13).

Edna, que trabalhou ao lado de Lafond no humorístico do SBT, contou que o comediante era uma pessoa diferente do que as pessoas imaginavam. “Era como se fosse um irmão. A gente ia para a balada. Por incrível que pareça, ele era uma pessoa muito séria”, contou.

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Ela também revelou algumas histórias curiosas sobre ele, como a dificuldade em passar em uma simples porta giratória, por conta das jóias. “na hora dele sempre apitava”, disparou, recordando: “ele abria a bolsa, tirava anel, tirava tudo e continuava apitando. Aí ele olhou para o rapaz que estava mandando ele tirar as coisas e falou ‘quer que eu fique nua, aqui?!’. Assim, gritando, ele fez a Vera Verão praticamente”.

Além disso, também contou que Lafond costumava usar um celular “tijolão” para bater na cabeça das pessoas com quem não gostava muito de gravar no programa. No entanto, ele nunca fez isso com ela, exceto em uma ocasião em que eles tinham brigado. “Eu já sabia que ela era maluca, vi e briguei muito com ela”, pontuou.

Edna no The Noite
Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Mais sobre a humorista

:afond não foi o único comediante com quem Edna trabalhou. Ela também falou sobre outros grandes nomes do humor brasileiro, como Renato Aragão, Costinha, Golias e Roni Rios. Edna lembrou como era difícil romper a barreira da linha de show e ir para a novela naquela época, e também contou sobre o assédio que sofria como comediante.

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Para ela, trabalhar com humor era uma forma de se expressar e se divertir, mas também exigia muito esforço e dedicação. Ela disse que ganhava dinheiro com as capas de revistas masculinas, mas que também gastava muito na época, já que não havia tanto patrocínio ou permuta como hoje em dia.

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