‘Barbie’ na Tela Quente de hoje (01/12): Veja curiosidades do filme

Com direção de Greta Gerwig, Barbielândia ganhou formas reais, mundos exagerados e muita cor-de-rosa
Filme Barbie promoções
Filme Barbie. Foto: Reprodução

Resumo da Notícia

  • Barbie quebrou recordes históricos de bilheteria, arrecadando US$ 1,44 bilhão globalmente e tornando-se o filme de maior sucesso de 2023.
  • O projeto de levar Barbie ao cinema era antigo — debatido desde 2009, enfrentou trocas de estúdio e atrasos causados pela pandemia até sair do papel em 2022.
  • Barbielândia foi construída fisicamente, com cenários reais, equipe de cenógrafas renomadas e proporções exageradas para reproduzir a sensação de mundo de bonecas.
  • Trilha sonora e escolhas criativas marcaram o filme, como a inclusão da música “I’m Just Ken”, que quase não entrou no longa, e a decisão de Ryan Gosling aceitar o papel após um momento de inspiração inesperada.
  • Apesar do sucesso e das indicações, o filme gerou debates sobre “esnobadas” em premiações como o Oscar, mostrando o choque entre estética pop e reconhecimento tradicional da indústria.
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Nesta segunda-feira, 24 de novembro, o filme da Tela Quente escolhido para a sessão cinematográfica promete uma viagem repleta de aventura e comédia! Desta vez, a Globo programou a exibição do longa “Barbie”, de 2023.

Com direção de Greta Gerwig, Barbielândia ganhou formas reais, mundos exagerados e muita cor-de-rosa. O longa quebrou recordes de bilheteria, arrecadou mais de US$ 1,44 bilhão e virou o filme mais visto de 2023. Veja curiosidades.

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1. Desenvolvimento longo e turbulento até sair do papel

A ideia de um longa-metrado live-action de Barbie vinha sendo discutida desde 2009 — quase 13 anos antes da estreia.
Inicialmente em estúdio diferente, o projeto acabou migrando para a Warner Bros. Pictures. A pandemia de Covid-19 retardou o processo, e a produção só avançou efetivamente em 2022.

2. Barbielândia: um mundo pensado nos mínimos detalhes

O vibrante universo cor-de-rosa de “Barbielândia” não foi criado digitalmente: os cenários foram construídos de fato por equipes de cenografia — inclusive as responsáveis por produções como Orgulho e Preconceito — com atenção especial a proporções, estilo e estética.
Um detalhe curioso: na versão de “Barbielândia”, os objetos e ambientes foram propositalmente projetados de maneira exagerada — o personagem principal e alguns objetos são ~23% maiores do que o natural, para reproduzir a sensação de mundo de bonecas. Isso ajuda a explicar por que, às vezes, as Barbies parecem “grandes demais” para os elementos ao redor.

3. Músicas, humor e escolhas inusitadas que marcaram o roteiro

Entre os destaques da trilha sonora, a música I’m Just Ken — interpretada por Ryan Gosling — quase não entrou no filme. Seu compositor, Mark Ronson, gravou uma demo sem grandes expectativas, mas a diretora adorou e decidiu incluir como número musical, reforçando o carisma do personagem Ken.
Curiosamente, foi a própria Barbie-real, Margot Robbie, quem convenceu Gosling a aceitar o papel. Ele teria enviado uma foto de uma boneca Ken “esquecida na lama ao lado de um limão amassado” para Greta Gerwig, dizendo “I shall be your Ken, for his story must be told” — algo que definiu sua participação no filme.

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4. Apesar do sucesso: uma suposta “esnobada” no Oscar

O filme chegou a ser indicado a oito categorias no Academy Awards (Oscar), incluindo Melhor Filme. Porém, muitos consideraram que houve uma certa frustração entre fãs e crítica pela forma como algumas categorias — especialmente direção e atuação de Margot Robbie — não foram premiadas, algo que gerou debates sobre o reconhecimento de produções que misturam cultura pop, estética e crítica social.

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Filme da Tela Quente hoje, dia 01/12/2025

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