Desculpe O Transtorno: 5 curiosidades da comédia brasileira

Filme Desculpe o Transtorno na TV
Foto: Reprodução
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“Desculpe o Transtorno” é uma comédia brasileira lançada em 2016, dirigida por Tomas Portella e estrelada por Gregório Duvivier, Dani Calabresa e Marcos Caruso. Conta a história de Eduardo, um executivo de São Paulo que descobre que tem uma dupla personalidade chamada Duca, um playboy carioca. Se você já assistiu a este filme e gostou, confira agora 5 curiosidades sobre ele que talvez você ainda não saiba!

Inspirado em um caso real

A história de Eduardo e Duca, as duas personalidades do protagonista, foi inspirada em um caso real de um homem que descobriu ter transtorno dissociativo de identidade, também conhecido como transtorno de personalidade múltipla. Segundo o diretor do filme, Tomas Portella, a intenção era abordar o tema de forma leve e descontraída, sem perder a seriedade do assunto.

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Ideia surgiu durante um almoço

O roteirista do filme, Célio Porto, contou em entrevistas que a ideia surgiu durante um almoço com amigos em que discutiam sobre transtornos mentais. Foi então que surgiu a ideia de criar um personagem que tivesse duas personalidades distintas, cada uma em uma cidade diferente.

Gravado em São Paulo e no Rio de Janeiro

Para dar vida às duas personalidades do protagonista, a produção foi gravada em duas cidades diferentes: São Paulo e Rio de Janeiro. As cenas que retratam a vida de Eduardo como executivo foram gravadas em São Paulo, enquanto as cenas de Duca, o playboy carioca, foram gravadas no Rio de Janeiro.

Dani Calabresa foi escalada de última hora

Conhecida por seu trabalho como humorista no programa de TV “Zorra Total”, foi escalada para o filme de última hora, após a atriz originalmente escolhida para o papel desistir. Calabresa interpretou a personagem Luiza, por quem Eduardo se apaixona enquanto ainda está noivo de outra mulher.

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Filme foi exibido no Festival de Cinema de Gramado

O longa foi exibido no Festival de Cinema de Gramado em 2016, onde concorreu ao prêmio de Melhor Filme. Embora não tenha levado o prêmio, foi bem recebido pelo público e pela crítica, que elogiaram a atuação de Gregório Duvivier e a forma como o tema do transtorno dissociativo de identidade foi abordado.

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