Elize Matsunaga, condenada pela morte do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, em 2012, foi liberada da prisão em maio de 2022 e, desde então, está em liberdade condicional. Na última quarta-feira (22), foi relatado pelo jornalista Ullisses Campbell, autor de um livro sobre o crime, que ela está trabalhando como motorista em três aplicativos na região de Franca, no interior de São Paulo. Com a grande repercussão, o Uber se pronunciou.
Para seguir o trabalho tranquilo, ela utiliza um nome diferente, Elize Araújo Giacomini, em seu perfil para evitar ser reconhecida pelos passageiros. Segundo relatos, ela é “bem tranquila” e a maioria dos passageiros a recebe bem. Ela utiliza máscaras e óculos para dificultar a identificação.
“Sua nota como condutora é 4.80. Na abertura do carrossel, temos a foto 3×4 que Elize publicou em seu perfil na plataforma. Na hora de escolher o modelo do carro, optou por um Honda Fit, uma marca tão japonesa quanto a ascendência do seu ex-marido”, escreveu Campbell no perfil Mulheres Assassinas, no Instagram.
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Uber se pronuncia após repercussão envolvendo Elize Matsunaga
Após o assunto ganhar grande proporção, foi a vez do Uber, maior empresa do ramo, tomar uma posição, apesar de não ter sido citada pelo jornalista. Respondendo a um perfil que noticiava sobre o assunto. “Informamos que não há nenhuma conta cadastrada em nossa plataforma que esteja vinculada aos dados relatados”, começou.
“Reforçamos ainda que todos os motoristas parceiros que aplicam para dirigir com o app da Uber passam por uma checagem de apontamentos criminais realizada por empresa especializada. Essa checagem é refeita periodicamente com todos os motoristas ativos”, completou o perfil.

