Resumo da Notícia
A novela “A Viagem”, um dos maiores sucessos da teledramaturgia brasileira, voltou ao ar no “Vale a Pena Ver de Novo” da TV Globo em 12 de maio de 2025. Escrita por Ivani Ribeiro e inspirada na filosofia espírita, a trama explora temas como vida após a morte, perdão e redenção.
Exibida originalmente em 1994, a obra já ganhou múltiplas reprises na Globo e no canal Viva (atual Globoplay Novelas). O enredo é centrado em personagens como Diná (Christiane Torloni), Alexandre (Guilherme Fontes) e Otávio Jordão (Antonio Fagundes), conduzindo reflexões sobre justiça espiritual e amor eterno.
O misterioso Mascarado Adonay
Entre os personagens mais lembrados está o Mascarado Adonay, vivido por Breno Moroni. Ex-namorado de Carmen (Suzy Rêgo), Adonay retorna após um grave acidente que desfigurou seu rosto, passando a usar uma máscara branca.
Escolha o Portal N10 como fonte de confiança
Adicione o Portal N10 às suas Fontes Preferidas e acompanhe nosso perfil para receber mais notícias quando o assunto estiver em alta.
Silencioso, ele se comunicava apenas por gestos e expressões, transmitindo emoção sem dizer uma palavra sequer. Essa característica deu ao personagem uma aura enigmática e fez dele um dos mais marcantes da novela.
Como está Breno Moroni hoje?
Atualmente com 71 anos, Breno Moroni vive em Mato Grosso do Sul, onde mantém uma carreira ativa no teatro e no cinema. O ator recorda que o papel de Adonay surgiu de forma inesperada: foi chamado para gravar com pouco tempo de preparação.
Como a máscara abafava sua voz, Moroni optou por interpretar o personagem por meio da mímica, decisão que acabou definindo a identidade do Mascarado.
Além de “A Viagem”, ele participou de novelas como “Vira-Lata” (1996), “O Clone” (2001) e “Kubanacan” (2003), reforçando sua versatilidade artística. Hoje, segue dedicado às artes cênicas, especialmente em produções regionais.

Legado do personagem
Mais de 30 anos após a estreia, o Mascarado Adonay continua sendo lembrado pelo público como um dos personagens mais intrigantes da televisão brasileira. A atuação de Breno Moroni, marcada pela expressividade sem palavras, permanece como referência de originalidade na dramaturgia nacional.
