Solteirice ganha novos significados e vira tema do Globo Repórter desta sexta (07/08)

Programa mostra como mudanças no comportamento dos brasileiros transformaram a forma de viver a solteirice, destacando autonomia, amizades, mercado imobiliário e novas formas de relacionamento
Os novos significados da solteirice no Brasil são tema do ‘Globo Repórter’
Os novos significados da solteirice no Brasil são tema do ‘Globo Repórter’. Foto: Globo

Resumo da Notícia

  • O Globo Repórter desta sexta-feira (7) aborda as transformações da solteirice no Brasil.
  • A atração apresenta histórias de pessoas que associam essa fase da vida à autonomia e às redes de apoio.
  • Especialistas analisam as mudanças nas relações afetivas e a pressão social sobre homens e mulheres.
  • A reportagem também mostra iniciativas para aproximar solteiros fora dos aplicativos e os impactos no mercado imobiliário.
  • O programa vai ao ar logo após Quem Ama Cuida, na Globo.
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O Globo Repórter desta sexta-feira (7) coloca em pauta as transformações na forma como os brasileiros enxergam a solteirice. A reportagem especial apresenta histórias de pessoas que decidiram adiar o casamento, morar sozinhas, fortalecer amizades e investir em projetos pessoais, retratando mudanças de comportamento que têm impactado diferentes aspectos da sociedade.

Segundo a produção do programa, atualmente cerca de 20% dos brasileiros vivem sozinhos, cenário que influencia hábitos de consumo, relações sociais e até o mercado imobiliário.

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Como a solteirice é retratada no programa?

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Em diferentes regiões do país, a repórter Monica Teixeira acompanha histórias que mostram a solteirice como uma fase marcada por autonomia e novas formas de pertencimento.

Um dos destaques reúne quatro mulheres que se conheceram por meio de uma comunidade feminina e transformaram uma amizade virtual em uma forte rede de apoio.

As personagens são:

  • Thaíse Valentim, professora e empresária de Vitória (ES);
  • Rafaely Alves, advogada de Sorocaba (SP);
  • Sabrina Franco, assistente social da Grande São Paulo;
  • Carolina Piacitelli, moradora de Extrema (MG).

Juntas, elas compartilham viagens, experiências e apoio mútuo, mostrando que a vida de solteira também pode ser construída a partir de vínculos de amizade.

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O que dizem os especialistas?

A edição também entrevista especialistas para discutir como a sociedade encara a solteirice atualmente.

A professora Valeska Zanello, do Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Brasília (UnB), analisa as expectativas sociais que ainda cercam a vida afetiva das mulheres.

Já o psicanalista Lucas Bulamah aborda as diferenças na pressão social exercida sobre homens e mulheres e explica como a percepção sobre a mulher solteira vem mudando nos últimos anos.

Encontros fora dos aplicativos

Outro destaque da reportagem é a iniciativa criada por Samantha Hewsen, em Brasília.

Ela organiza encontros presenciais entre solteiros a partir de fotografias feitas em uma praça da capital federal, criando um catálogo que busca estimular conexões longe dos aplicativos de relacionamento.

O programa também acompanha jovens que vivem no Mato Grosso do Sul e optaram por adiar os planos de formar uma família para priorizar oportunidades de trabalho no setor agrícola.

Mercado imobiliário acompanha mudança de comportamento

O crescimento do número de pessoas que moram sozinhas também é tema da reportagem.

Em São Paulo, a equipe mostra a rotina de Elmo Correa, executivo da área de tecnologia da informação que vive sozinho em um apartamento compacto.

A partir desse exemplo, o programa apresenta como construtoras e incorporadoras vêm desenvolvendo imóveis adaptados ao aumento da procura por residências voltadas para pessoas que vivem sozinhas.

Globo Repórter de hoje, dia 07/08/2026

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