Repórter da Record faz desabafo após ser agredido por bolsonaristas: “Terror”

Repórter da Record faz desabafo após ser agredido por bolsonaristas
Foto: Montagem/Reprodução
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Yuri Macri, da Record TV Rio Preto, fez um desabafo após ser alvo de bolsonaristas, sofrendo até agressões. Tudo aconteceu quando o repórter cobria o bloqueio da rodovia Washington Luís, em Mirassol, no interior de São Paulo.

“Não queria me manifestar, mas vou! Fui agredido. Não apenas eu. Meu cinegrafista, @edmilsonchina, também. Foram chutes. Joelhadas nas costas. Tapas. Empurrões. Intimidações”, iniciou no Instagram.

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Na publicação, o profissional aparece tentando concluir sua entrada ao vivo, quando passa a ser hostilizado pelos manifestantes. “Falaram que eu estava dizendo mentiras na entrada que fazia com o @rafaelalgarte”, lamentou.

“Só pra contextualizar, um rapaz atropelou manifestantes e estávamos lá pra noticiar este factual. Alguma pessoa começou a gritar que eu estava mentindo. De uma pessoa, viraram 10, foram várias”, continuou.

O contratado da emissora afirma ter passado por um momento complicado, e fez agradecimentos pelo apoio que tem recebido. “Vivi momentos de terror, de medo. Deus seja louvado que estou bem. Nunca vi pessoas tão agressivas na vida. Obrigado por todas as mensagens”, disse.

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“Só consigo lembrar da minha mãe hoje falando: ‘Yuri, toma cuidado’. Amanhã um novo dia, uma nova história. Mas foi crime o que fizeram comigo hoje. O que fizeram com o China”, concluiu.

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Repórter sofre ameaça ao vivo

Daniele Carla, repórter da TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo, foi ameaçada por um homem armado enquanto cobria um tiroteio. O fato foi contado pela própria durante o “Bom Dia Espírito Santo”, onde ela garante ter sido expulsa do local.

“Nós acabamos de ser ameaçados no Morro do Cabral. A gente vai sair daqui agora, um homem armado nos mandou embora neste momento. Esse rapaz aqui apontou uma arma para mim. Pouco antes, um comparsa dele passou por aqui e falou que a gente tinha que meter o pé. A gente vai descer essa escada, porque não quer colocar a nossa vida em risco, mas nós temos vídeos que mostram criminosos com armas pesadas e fuzil em cima do banco de uma praça. Estamos deixando essa região agora porque foi ameaçado, se der nós voltamos. Estou nervosa, com a voz meio trêmula, mas é normal”, desabafou.

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